O preconceito nas marchinhas de carnaval

O carnaval está cada vez mais próximo e os tamborins continuam aquecendo. No último sábado, 11, aconteceu em Belo Horizonte a final do Concurso de Marchinhas Mestre Jonas. O Agenda pegou carona no concurso para debater uma polêmica envolvendo algumas marchinhas tradicionais. Thiago França, músico do Metá Metá e criador da Charanga do França, popular bloco paulistano, se recusou a tocar “O Teu Cabelo Não Nega”, alegando que a marchinha é muito racista. A polêmica cresceu, com vários blocos afirmando que marchinhas como “Maria Sapatão” e “Índio Quer Apito” possuem mensagens machistas e preconceituosas. O Agenda conversou com alguns especialistas, que realizaram uma reflexão sobre esse delicado assunto.

A luta contra o preconceito também vai às ruas no carnaval da capital mineira. Em Belo Horizonte, as mulheres colocam os blocos nas ruas para brincar o carnaval sem esquecer o direito da mulher e a luta feminista. O Agenda acompanhou o ensaio dos blocos Clandestinas e Bruta Flor, confira:

Confira a cobertura completa da Rede Minas do carnaval 2017.

       

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