Série aborda as violências contra o cidadão

A série Violências Estruturais, produzida pelo Núcleo de Conteúdos Especiais da Rede Minas e exibida nas duas edições do Jornal Minas, trouxe reflexões sobre os atos praticados contra o cidadão e que, de tão arraigados em nosso cotidiano, às vezes não são perceptíveis como a violência física. O fato da população gastar horas por dia dentro do transporte coletivo para ir ao trabalho e retornar para casa, o acesso precário ao sistema de educação e à saúde e a falta de moradia são exemplos desse tipo de violência. Confira abaixo os quatro episódios da série, que abordam o conceito de violência estrutural, o direito à moradia, a mobilidade urbana e a mobilização social.

Violências Estruturais: o que são elas?
No primeiro episódio da série, entenda o que são as violências estruturais e por que elas são flagrantes no Brasil. Os escritores Eric Nepomuceno e Luiz Ruffato, o advogado Joviano Mayer e a professora da UFMG Maria Fernanda são os convidados para iniciar o debate sobre o tema.

Direito à moradia
A moradia é um direito? Quem são os responsáveis por garantir esse direito? No segundo episódio da série, Maria Fernanda, professora da UFMG, Joviano Mayer, advogado, Chico Alencar, deputado federal e Luiz Ruffato, escritor, nos leva a uma reflexão sobre o direito à moradia.

Mobilidade urbana
Além da discussão sobre os meios de transporte e as normatizações de seu uso, há no debate sobre a mobilidade urbana um pano de fundo que diz respeito ao direito à cidade; ao direito de se deslocar pela cidade; ao direito de ter acesso a serviços públicos essenciais, como saúde e educação, bem como lazer e trabalho, que são direitos constitucionais dos cidadãos. No terceiro episódio, refletem sobre o tema Maria Fernanda, professora da UFMG, Cléssio Mendes, integrante do Tarifa Zero, Joviano Mayer, advogado popular, e Chico Alencar, deputado federal.

Mobilização social
O último episódio da série é dedicado a Kadu, um lutador das causas do povo e das ocupações urbanas, importante liderança das ocupações do Izidora e que foi assassinado na entrada da ocupação na qual escolheu viver, colocando-se ao lado das famílias em busca de mudar a condição precária que muitas delas passam.

       

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