Série “Museus de Minas” mostra riqueza do patrimônio conservado no estado

Primeira reportagem do Jornal Minas apresenta a Casa Guignard, em Ouro Preto, dia 18/7

Minas Gerais tem 435 museus, de acordo com a Superintendência de Museus e Artes Visuais. Nesses locais, um acervo de arte, história e o universo que circunda o homem. O Jornal Minas visitou algumas dessas instituições no estado e mostra, em uma série especial, o rico patrimônio conservado em Minas. Na primeira temporada, com três episódios exibidos às quintas, nas duas edições do Jornal Minas, às 12h30 e às 19h15, o público vai conhecer museus em Ouro Preto, Mariana e Codisburgo.

Série Museus

18/7 – MUSEU CASA GUIGNARD

A série começa em Ouro Preto. A repórter Marcela Martins foi até o casarão onde hoje funciona a instituição dedicada a Alberto da Veiga Guignard. O artista carioca rodou o mundo desenhando e pintando, mas foi em Ouro Preto onde viveu os últimos meses de vida, município a qual chamava de “cidade-amor-inspiração”. Lá, ainda moradores mais antigos lembram do artista que fazia das ruas de pedra um ateliê à céu aberto.

Marcela Martins mostra o casarão do século XIX, onde hoje funciona o Museu. No acervo, além de grandes obras de Guignard, é possível encontrar fotos e objetos pessoais do artista e trabalhos de Carlos Scliar e Amílcar de Castro dedicados a ele. No local, também está localizado um chafariz em pedra sabão atribuído a Aleijadinho.

25/7 – MUSEU CASA ALPHONSUS DE GUIMARAENS

Em Mariana, na região central do estado, os jornalistas Marcela Martins e William Félix mostram o local onde viveu e faleceu o poeta Alphonsus de Guimaraens, o principal nome do simbolismo no Brasil. Os sobrados 35 e 37 da Rua Direita, em Mariana, abrigam objetos-testemunho pertencentes ao poeta. No acervo, uma viagem pela obra e sensibilidade, com cartas trocadas com escritores e pessoas queridas, além de rascunhos de edições antigas.

1/8 – MUSEU CASA GUIMARÃES ROSA

“…A gente morre é para provar que viveu”. O memorável discurso do escritor, médico e diplomata mineiro Guimarães Rosa, três dias antes de sua morte em 1967, serve de apresentação à casa que homenageia um dos mais importantes escritores do país. Em Cordisburgo, na região central, os repórteres Carlos Augusto Soares e Naiara Guimarães mostram o local onde Guimarães Rosa morou com sua família do nascimento, em 1908, até os 9 anos de idade. Desde 1974 o espaço abriga um bom acervo da vida e obra do escritor e ainda reproduz locais típicos em pequenas cidades mineira. Na “venda de seu Fulô”, o menino Joãozito cresceu ouvindo histórias contadas pelos frequentadores do lugar, causos que serviram de inspiração para as obras do escritor.

       

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