Série do Jornal Minas mostra a Epidemia do Crack

Série Epidemia do CrackO crack está espalhado nas grandes e pequenas cidades do Brasil. É um drama que tem pelo menos duas dimensões: a de quem é dependente e a de quem sofre com a dependência de alguém querido. Além disso, a droga compromete o futuro de quem ainda não nasceu e apresenta desafios para o poder público. Em uma série de cinco episódios, o Jornal Minas investiga essa epidemia.

O primeiro episódio revela como a epidemia surgiu e quais as portas de entrada e saída dessa droga.

O segundo episódio conta a história de mulheres que engravidam em meio à dependência química. Muitas encontram nesta situação a força pra tentar abandonar o vício.

Passar e ver pessoas jogadas nas calçadas, entregues ao vício, pode não chocar tanto quanto ter o filho, o marido, a esposa ou um amigo nessa situação. Para muitos, o problema visto de longe chega a ser quase invisível. A terceira reportagem da série mostra que é cada vez maior o número de pessoas diretamente envolvidas neste calvário e desesperadas por ajuda.

A quarta reportagem debate como enfrentar o problema do crack e aborda questões relacionadas ao poder público, combate ao tráfico e suporte aos usuários. Há pouco mais de um mês, uma ação desencadeada em São Paulo para por fim à cracolândia foi destaque na imprensa e dividiu opiniões. Há quem defenda ações de polícia, inclusive contra os dependentes, e há quem considere que se trata de uma questão de saúde pública. Mas todos concordam: o problema é complexo e precisa ser enfrentado por todos os lados. São Paulo optou por espalhar os dependentes e dificultar a ação dos traficantes e vem mantendo intensa vigilância nos pontos onde eles tentam se estabelecer. Paralelamente, oferece internação para quem quiser. Outras cidades, como Belo Horizonte, ainda não têm propostas claras para enfrentar o problema. Enquanto isso, pesquisadores estudam formas de inibir o consumo.

O crack se alastra com rapidez. Além dos centros urbanos, também está presente em larga escala no meio rural. A epidemia precisa ser combatida em várias frentes. Enquanto não surge um antídoto capaz de evitar a dependência, a melhor alternativa tem sido amparar quem precisa, com uma rede multidisciplinar de assistência. Gente disposta a oferecer desde um conselho, uma conversa, até cuidados médicos em casos de emergência. Esse é o tema da última reportagem da série.

Confira a série completa abaixo:

       

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