Harmonia abre temporada de óperas com Norma, dia 27/05

Está aberta a temporada de óperas no Harmonia! Nos próximos três domingos, a atração apresenta uma programação especial com três óperas clássicas produzidas pela Fundação Clóvis Salgado: “Norma”, “O Guarani” e “Romeu e Julieta”.

Confira a programação completa e atenção para os horários diferenciados de exibição:

Harmonia - ópera Norma

27/05 às 17h30
Norma, de Vincenzo Bellini
A ópera Norma retrata um triângulo amoroso entre as sacerdotisas Druidas Norma e Adalgisa, e o pró-cônsul Romano Pollione. A trama se inspira em uma sociedade dividida entre os Romanos, que têm riqueza e poder, e os Druidas, desprovidos de tais propriedades e que sofrem com as decisões individuais e a corrupção.

Harmonia - ópera O Guarani

03/06 às 18h
O Guarani, de Carlos Gomes
A ópera “O Guarani”, baseada no livro homônimo de José de Alencar, foi o primeiro sucesso de uma obra musical brasileira no exterior. A história se passa nos arredores do Rio de Janeiro, por volta de 1560, em um momento que os índios Aimorés e Guaranis estão em guerra. É uma história de amor impossível, com muitas lutas, fugas e heroísmo, em um estilo nacionalista de valorização do homem e da pátria. Uma das personagens principais é Cecília (Ceci), filha de Don Antonio de Mariz – um velho fidalgo português chefe de uma colônia lusitana -, que está comprometida a casar-se com Don Álvaro. Mas Cecília se apaixona pelo índio Peri, líder da tribo Guarani que, por sua vez, também se apaixona por ela. Peri resolve apoiar os portugueses na luta contra os Aimorés e, a partir daí, uma série de aventuras se desenrolam para que Ceci e Peri possam viver o seu amor.

Harmonia - ópera Romeu e Julieta

10/06 às 17h30
Romeu e Julieta, de Charles Gounod
Originalmente ambientada na cidade de Verona, Itália, a história retrata a paixão proibida entre dois jovens de famílias rivais e a cruel dicotomia entre o amor e a morte. Pelas mãos do diretor cênico Pablo Maritano e do regente titular da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Silvio Viegas, a ópera é transposta para a Era Vitoriana e enriquecida com nuances de contemporaneidade.

       

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