Força do futebol feminino em destaque na nova temporada do Mulhere-se

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O futebol feminino veio para ficar. E a partir desta quarta, 8/1, às 20h30, para ajudar a quebrar paradigmas e vencer preconceitos, o Mulhere-se vai abordar, em 13 episódios, o futebol feminino dentro e fora de campo. Além dos clubes e das jogadoras, o público vai conhecer mais os bastidores tomados por desafios e preconceito, mas com dribles que têm garantido muitas medalhas às atletas e às profissionais que trabalham para manter o esporte em ascensão. Prova disso foi 2019, ano do mundial que bateu recordes de audiência em todo o planeta. Este ano, as mulheres marcam presença nos Jogos Olímpicos de Verão, no Japão, e mostram que o futebol veio para ficar.

O programa traz um resgate da história desse esporte feminino no mundo e no Brasil. As polêmicas que envolveram a participação delas, as proibições em muitas partes do mundo e a conquista em campo. O Mulhere-se ainda traz a realidade dos clubes hoje, a história das jogadoras e da equipe técnica que trabalha para conquistar títulos. O público vai conhecer outras profissionais que estão fora do campo, como jornalistas e acadêmicas, mas que se empenham para valorizar as vitórias e tornar o futebol feminino uma modalidade levada à sério.

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O primeiro episódio vai ao ar nesta quarta (08) e foi gravado no Mineirão, principal palco do futebol mineiro e um dos mais importantes do país. No programa, a historiadora e gestora do Museu do Mineirão Luiza Macedo resgata o mundo da bola desde a Inglaterra, passando à proibição no Brasil e a análise desse esporte no mundo hoje. Ela ainda revela curiosidades, como o primeiro time nacional feminino: o mineiro Araguari (1958).

Nos próximos episódios, o Mulhere-se revela o universo das jogadoras e da equipe técnica. A modalidade que conquistou torcedores chama a atenção do mercado, que começa a dar atenção a elas. As instituições também abriram os olhos para o futebol feminino e instituíram regras. No programa, o público ainda vai conhecer mais os times de clubes como Cruzeiro, Atlético e América, de Minas Gerais. Outro destaque são as mulheres que tiveram que soar mais alto o apito para garantir espaço na arbitragem.

Confira os episódios que já foram ao ar:

       

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