Artes plásticas e visuais são destaque da Faixa de Cinema

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Documentários e poemas em vídeo sobre as artes visuais são o destaque da Faixa de Cinema desta semana. Nesta sexta, às 23h45, serão exibidos os documentário “Maria Helena Andrés – Arte e Transcendência” e “Caminhos sem fim“. O primeiro fala sobre a trajetória da artista Maria Helena André e suas múltiplas atividades como escritora, educadora e blogueira. O último é um filme sobre a artista plástica brasileira Ana Dias.

A Faixa de Cinema exibirá também poemas visuais do arquiteto, poeta, fotógrafo e artística plástico João Diniz. Poemas visuais onde a arte submerge e flui nos espaços urbanos, na natureza e na poesia das pessoas.

Sinopse
MARIA HELENA ANDRÉS – ARTE E TRANSCENDÊNCIA” – Direção: Evandro Lemos – 25 minutos
O documentário apresenta a trajetória da artista e suas múltiplas atividades como escritora, educadora e blogueira. Maria Helena Andrés é uma importante artista brasileira que tem atuado nos campos das artes visuais, da educação, da literatura e do intercâmbio cultural entre o Brasil e a Índia. Ao longo de seus 95 anos de idade, a artista apresenta uma trajetória artística diversificada que foi iniciada nos anos de 1940, quando frequentou a Escola de Arte Moderna de Alberto da Veiga Guignard em Belo Horizonte.Durante a sua carreira artística ela tem experimentado várias linguagens (pintura, desenho, gravura, colagem, escultura e fotografia) e tem recebido vários prêmios e homenagens, entre elas a homenagem da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) por sua trajetória artística.

“CAMINHOS SEM FIM” – Direção: Marcos Magalhães – 12 minutos
“Caminhos sem fim” é um filme sobre a artista plástica brasileira Ana Dias. Ana nasceu em Congonhas-MG, onde está o profeta Aleijadinho (escultor barroco Antônio Francisco Lisboa). Neste filme ela mostra o processo criativo para um grande painel e ainda fala sobre sua vida, seus mestres e o caminho sem fim.

Poemas visuais

LIQUIDOFÍCIO: Uma meditação fílmica em torno da presença e significado da água em referência à natureza e à cultura humana. Como numa corrente fluida, imagem, sons, textos, e falas se sucedem unindo espaços, paisagens, gestos e idiomas.

COLOR SONATA: Um percurso visual na grande tela pintada por Maria Helena Andrés. Os planos móveis das filmagens se sucedem formando recortes diversos e encontrando quadros inéditos nas dimensões do painel. A Sonata ao Luar de Beethoven conduz a cadência desse passeio do olhar.

FERRODIÁRIO: O cenário da cidade passageira propõe um roteiro imaginário composto por trilhos, trens, passarelas e grafites, onde a personagem desconhecida passa deixando seu vestígio humano que habita a mobilidade mecânica e o vazio despovoado.

ISSO VAI PASSAR: A frase colhida na sabedoria africana funciona como refrão para eventos, que como curtas palavras, compõem nossa existência fugidia. O poema visual se desenvolve fundindo texto, trilha, imagem e voz numa criação integrada que celebra a passagem e transformação de um tempo efêmero como uma fogueira. .

PEIXE: O brevíssimo filme reflete sobre a ameaça que as pretensas superioridades podem representar quando inadvertidamente rompem equilíbrios naturais.

Assista ao trailer:

       

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